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quarta-feira, 23 de março de 2011

Um tostão pode fazer a diferença....

A mãe da Liliana. Veio contar-nos uma história da família e que agora faz parte do nosso livro de vida: A importância de um tostão.

Esta é uma história verídica, escrita pelo pai da Liliana, mas contada pela mãe.

Quando o senhor Zé ( pai da Lili) era pequeno os seus pais atribuíram-lhe uma semanada. Este dinheiro tinha que dar para o autocarro para ir e vir da escola. Mas como um dia lhe apeteceu um bolinho...




Aprendemos que temos que ser responsáveis e assumir as consequências dos nossos actos.
O pai da Liliana ainda hoje lembra a história em que teve que voltar para casa 5 Km a pé, em que os pais estavam preocupadíssimos e em que ele esteve de castigo.
Nunca mais deixou de dar importância a um cêntimo:
Por um cêntimo se vai de autocarro e por um cêntimo se vai a pé.
Obrigada e ficamos à espera das próximas visitas.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

A história de Emílio e Maria

O Livro da Vida dos Amiguinhos e família continua a sua viagem, mas hoje chegou-nos mais uma história, verdadeira, lindissíma e apaixonanteeeeeeee.

A mãe da Vitória contou-nos a hstória de Emílio e Maria. Esta história passou-se nos anos sessenta quando Emílio e Maria eram ainda muito jovens.

Emílio apaixonou-se por uma linda jovem e até foi correspondido.

O rapaz foi chamado para a guerra de Ultramar, foi para a Guiné como muitos jovens daquele tempo, e todos os dias escrevia uma carta à jovem Maria que tinha ficado em Portugal. Essas cartas falavam das saudades, dos dias tristes, de... da vida por lá.

Mas...(há sempre um mas em todas as histórias, principalmente nas de amor)...

... um dia Maria recebeu uma carta muito estranha. O assunto nada tinha a ver com todas as outras que recebera anteriormente.

Alguém da terra tinha inventado uma mentiras sobre Maria e Emílio estava muito confuso. Quem não gostou nada da confusão foi Maria e... claro está o seu pai. A partir daquela data nunca mais respondeu às cartas de Emílio.

Passaram-se largos meses, Emílio voltou e procurou Maria, que embora estivesse muito magoada não conseguiu resistir aos encantos do soldado.

Mas não pensem que história acaba por aqui. Pois é, não nos esqueçamos do pai da jovem que não estava nada satisfeito com a situação e ao encontar os dois a conversar deixou cair a enxada com tanta força...... que até fez faisca nas pedras da calçada.

Que susto apanhou o Emílio. Conseguem imaginar um pai furioso?

- Meu jovem nesta casa vivem três jovens honradas. Para entrar só se for para casar!

Só depois de Emílo garantir que afinal era esse o seu desejo é que esta história acabou. Passados três meses todos desejaram...

Casamento
E... foram felizes para sempre.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

A mãe contou

Tivemos a nossa primeira visita.

A D. Elisabete contou-nos a história da Pulegarzinha.

Esta história já lhe era contada pela sua mãe... mas sem livro.


Gostámos muito. Nem conseguíamos imaginar... uma menina tão pequenina que cabia numa flor. Mas força de vontade era coisa que não lhe faltava.
resmo depois de raptada não resistiu.
Lá casou com um princípe e foram felizes para sempre.
Obrigada à D. Elisabete e ao TIago que prepararam esta apresentação para nós, o nossos muito obrigado

domingo, 18 de abril de 2010

Mais uma história de vida...

Esteve connosco a mãe do Carlos, para nos contar uma história que se passou com o avô do Carlos. O avô do Carlos é natural de Corroios e andou numa escola que fica pertinho da nossa, A Escola N.º1 de Corroios, que comemora este ano o seu 50.º aniversário.

Quando saía da escola o avô do Carlos gostava de subir às árvores para ver os ninhos de passarinhos. Mas não lhes fazia mal.



As férias... eram passadas a trabalhar numa das quintas de Corroios, na Quinta do Castelo, onde guardava gado. Dava nomes aos animais e conhecia-os a todos e eles até respondiam pelo nome.

O Carlos insistiu com a mãe: - Conta aquela dos casacos, conta.
A D. Paula contou-nos, então, que como não havia impermeáveis o seu pai e os meninos daquela época, usavam uma saca de sarapelheira, que punham pela cabeça para não se molharem em dias de chuva. Quando chegavam à escola penduravam-nas num cabide e não se enganavam na hora de regressar a casa.

No fim todos quiseram ver os desenhos do ilustardor da história: o Carlos.

Muito obrigada à D. Paula pela sua participação e ao avô do Carlos pela história que partilhou.

O nosso caderno de histórias continua a viajar pela casa das nossas famílias. Ficamos à espera de mais um conto. Quem sabe para a Semana que é a da Leitura.

domingo, 7 de março de 2010

Escrita para quê?

Há já algum tempo que o nosso Caderno da Vida percorre a casa dos Amiguinhos. Neste caderno cada família conta uma história verídica em que os pais tenham sido as personagens principais ou reconta uma história que os tenha marcado na infância.
O nosso Caderno está a ficar recheado de histórias... e mais não vos posso contar. Para dizer a verdade não li nenhuma. Estou muito curiosa, mas aguardo ansiosamente, tal como os Amiguinhos até que os pais a venham contar.
Na passada Sexta-feira, tivemos connosco a mãe Rita, a mãe da Camila. Contou-nos as peripécias das atribuladas viagens de férias que fazia na sua infância, de Corroios até Tavira.

A mãe escreveu e contou e a filha ilustrou.

A parte que mais gostámos foi aquela em que um choco ficou agarrado à mão da mãe da Camila.

Hoje, também a mãe Rita acha piada, mas naquela altura...Uiiiiiiiiiiii!

Aproveitámos para ver algumas fotografias dessas férias, da praia, do velho Datsun, da cadelinha, das viagens de barco até à ilha de Tavira...

Por vezes nessas viagens, quando os barcos avariavam valiam-lhes os pescadores que transportavam novamente, nos seus barcos, os veraneantes para terra.
Com esta história aprendemos que devemos estar sempre prontos a ajudar os outros.

Obrigada pela presença, pelas recordações e pela boa disposição com que ficámos devido ao choco!!! :)

Ficamos à espera da próxima história. Quem será?

Aproveitámos ainda esta história para relambrar a importância da escrita na nossa vida...

Se não houvesse escrita tudo era mais complicado. Complicado? Complicado seria dizer pouco!

sábado, 24 de outubro de 2009

A Caixa de Saudades

Continuamos com o nosso trabalho sobre A Caixa das Saudades.

Temos vindo a acompanhar a s aventuras do Dinis, durante as férias, na casa do avô Ernesto.
Até já subimos ao sótão, que é um local, que nem o Dinis nem os primos conheciam.
Foi lá, que juntamente com o nosso amigo, descobrimos uma caixa de saudades.
Organizámos o nosso cantinho das saudades, afastámos temporariamente a nossa biblioteca, e com a ajuda dos pais decorámos as nossas caixas.
Agora, é só escrever com carinho as nossas saudades e colocar na respectiva caixinha.

Os nossos Amiguinhos estão desejosos de ouvir/sentir as saudades que estão nas caixas.
Já falta pouco!
Até lá, aqui ficam os seus sentimentos...
Para nós, sentir saudades é...
,

Lembrar duma coisa, que já é de outra pessoa. - Vitória

Sentir coisas que já passaram. - Diogo
Sentir falta de uma coisa que nunca mais volta. - Lili

Sentir falta de uma pesoa que já partiu. - Tiago


Ter falta de uma coisa que foi destuída. - Carlos
Sentir uma coisa que nós adoramos que já passou. - Lissa




Sentir falta de uma coisa que já passou na nossa vida e que já não volta mais. Camila



Sentir falta duma coisa que já nos pertenceu. - Gui



É quando quero ver alguém que não está. - Tatiana



Sentir falta de alguma coisa do passado. - Margarida