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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O sistema solar

O sistema solar já não era novidade para nós, mas com a visita ao Planetário Calouste Gulbenkian, em Lisboa, mesmo juntinho ao Mosteiro do Jerónimos, assistimos a uma apresentação sobre uma viagem ao espaço.
Foi feita uma simulação do céu nocturno, sendo possível observar várias estrelas e a Via Láctea.
Para relembrar o sistema solar, e com a magnífica ajuda dos pais, os Amiguinhos realizaram verdadeiras obras de arte com materiais reutilizáveis.

Ora vejam...



Celso



Rita



Diogo Dias



Margarida e Madalena



Lissa e Carlos



Tatiana



Catarina



Vitória



Inês

Por questões técnicas ( a máquina fotográfica estragou-se) ainda faltam alguns, mas serão publicados o mais breve e possível.

Parabéns aos pais e aos filhos!

Mosteiro dos Jerónimos

No passado dia 9 de Fevereiro, visitámos o Mosteiro do Jerónimos, em Lisboa. Nesta visita aproveitámos para aumentar os nossos conhecimentos sobre a história de Portugal. Assim que os Amiguinhos avistaram o mosteiro identificaram de imediato o estilo Manuelino.



Foi uma óptima oportunidade, pois apenas tinham visto imagens do referido estilo.
Neste mosteiro - obra de D. Manuel I para perpetuar a memória do Infante D. Henrique, o grande impulsionador dos Descobrimentos portugueses, no século XV - pudemos ainda ver o túmulo do poeta português, Luís Vaz de Camões.



Este poeta, escreveu o livro Os Lusíadas, onde descreve e enaltece os feitos dos portugueses. Dedicou-o ao rei D. Sebastião, morto na Batalha de Alcacer Quibir.

E a história começa assim:

"As armas e os barões assinalados
Que, da ocidental praia lusitana,
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo reino, que tanto sublimaram."



Também o navegador português, Vasco da Gama, que tornou famosos os portugueses, ao descobrir o caminho marítimo para a Índia, se encontra aqui sepultado.




Aconselhamos, a todos os que quiserem, a fazer esta visita.
Nós gostámos e aprendemos muito.
Os Amiguinhos estiveram à altura e demonstraram saber a história do nosso país.




Para relembrar e descobrir mais, aqui fica a visita virtual a este magnífico monumento.
Clica na imagem.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

D. Fernando II e Glória

Na passada Sexta-feira, apesar do dia ameaçar alguns chuviscos, arriscámos e lá fomos visitar a Fragata D. Fernando II e Glória.
Esta visita foi um pouco diferente das outras: desta vez não fomos de autocarro, viajámos no Metro Sul do Tejo, de Corroios a Cacilhas.




"A Fragata "D.Fernando II e Glória", o último grande navio à vela da Marinha Portuguesa e também a última "Nau" a fazer a chamada "Carreira da Índia" – verdadeira linha militar regular que, desde o século XVI e durante mais de 3 séculos, fez a ligação entre Portugal e aquela antiga colónia – foi o último grande navio que os estaleiros do antigo Arsenal Real de Marinha de Damão construíram para a nossa Marinha. "

Retirado do site - http://www.cidadevirtual.pt/fragata/historia.html

Aprendemos bastante. A professora levava um áudio-guia e depois explicava-nos o significado do que nos rodeava.
Esta fragata foi recuperada, depois de ter passado alguns anos encalhada no rio Tejo.
Encontra-se em muito bom estado de conservação e conta-nos um pouco da vida dos marinheiros naquela época. E, pelo que vimos, não era nada fácil...
A visita foi de tal forma do agrado de todos que tivemos que deixar uma mensagem no livro de honra.
Parabéns a todos quantos colaboram na sua manutenção.
(Posteriormente deixarei mais fotografias)

domingo, 12 de dezembro de 2010

Torre do tombo

No passado dia 7 de Dezembro, fomos visitar a Torre do Tombo, em Lisboa. Esta visita surgiu no âmbito da disciplina de Estudo do Meio - História de Portugal.



Ficámos a saber o significado do nome atribuído a este monumento:torre ?? tombo !?!
Então vamos lá: A torre primitiva, onde se guardavam os registos régios (Tombo), situava-se no Castelo de S. Jorge. Mas com o sismo que abalou Lisboa, em 1755, desmoronou-se e muito documentos perderam-se. Os que foram recolhidos ficaram guardados num espaço a que hoje se dá o nome de Assembleia da República.
Mas para que tão importantes registos não se perdessem foi construído este edifício, com condições adequadas à sua preservação. No entanto manteve-se o nome original.

A sua função prende-se com a preservação documentos e outros objectos originais desde o séc. IX até aos dias de hoje, nos mais variados tipos de suporte.

O que mais nos impressionou nesta visita foi:

- O trono do Rei D. Miguel. Afinal um trono não tem que ser um grande cadeirão cheio de pedras preciosas;

- O Livro do Apocalipse escrito, em Latim;

- O tratado de adesão de Portugal à Comunidade Europeia, traduzido em 10 línguas (não imaginávamos que um documento pudesse ter aquelas dimensões...);

- A casa forte. Um cofre enorme... onde são guardadas as obras enquanto estão a ser trabalhadas ou restauradas.

- Os pergaminhos utilizados para escrever. Alguns até tinham buracos, mas não... não estavam estragados. Estes orifícios eram mesmo próprios da pele, quando retirada do animal;

- A dimensão da sala de leitura;

- A exposição sobre o centenário da República...


Bem, não acabaríamos de enumerar tudo o que mais gostámos.
Para saber mais aconselhamos a uma visita a este monumento.




Obrigada à D. Fátima que facilitou a nossa visita e à nossa guia que soube atender às expectativas dos miúdos e ... dos graúdos.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Museu do Brinquedo

Este ano já realizámos a nossa promeira visita de estudo. Fomos ao Museu do Brinquedo, em Sintra.
Além de passarmos uma manhã em conjunto com os nossos afilhados fomos apreciar brinquedos que, na sua maioria, nós não conhecíamos pois já têm alguns aninhooooos....
Contaram-nos a história do Museu, como foram ali parar tantos brinquedos, a quem pertencem...

... os famosos soldadinhos de chumbo,


um brinquedo do nosso último rei, D. Manuel II.


Para os meninos... um Ferrari e

a roda.

A estação de comboio.

As caravelas...

... os famosos e actuais piões.


Tantos brinquedos que vale a pena lá voltar para uma visita mais demorada.
Apesar da chuva foi uma manhã bem passada.

Agradecemos às técnicas do Museu a possibilidade de cantarmos os parabéns ao Tiago e de comermos uma fatia de bolo, que a mãe fez.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Museu da electricidade

Ontem ficámos ainda com mais energia do que é habitual.

Inserido no mês da Ciência e nos temas em que andamos a trabalhar no Estudo do Meio fizemos uma visita ao Museu da Electricidade, em Lisboa.

Fomos acompanhados pela turma da professora Eurides, o 3.ºB.


O edifício do museu é a antiga Central Tejo, em Belém à beira rio.


Entrou em funcionamento durante a I Guerra Mundial, sofreu algumas obras e foi ampliada.

No ano em que foi adquirida (1951) a caldeira n.º 15 começou a produzir-se energia eléctrica, que chegava a Lisboa, vinda da Central da Barragem do Castelo do Bode. A partir desta data começou a entrar em declínio.

O carvão mineral era a matéria prima, que punha a funcionar toda a fábrica.
Contaram-nos que este carvão era tão precioso que lhe atribuiam mais valor que às pessoas que o carragavam (Alcochetanos - homens oriundos de Alcochete) e aos que trabalhavam na Central.
A vida naquela altura era muito difícil. Os homens trabalhavam sem condições: sem máscaras, sem óculos, sem tampões nos ouvidos, sem roupa apropriada. É que na Central Tejo havia muito barulho, fumo e um calor infernal.

Este homem, o chegador, chegava o carvão mais para o fundo da caldeira. Calçava uma socas e vestia, por cima da outra roupa, uma fato de sarapilheira , que molhava com frequência para se manter fresco.... Será que conseguia com temperaturas na ordem dos 40ºC?

Ficámos muito impressionados com estas condições de trabalho e de vida!

Continuámos a nossa visita, realizámos algumas experiências e até se acendeu um lâmpada só com o recurso a limões. Conseguem imaginar?





Pudemos ainda observar esta magnífica maquete de Lisboa.



No exterior, aproveitámos para ver uma exposição, que propõe algumas alternativas à produção de energia e à sua poupança.

Foi uma manhã em cheio. Foi de ficar com os cabelos em pé...

Que o diga a Mariana, da turma do 3.ºB...

Nós gostámos muito e ficámos com vontade de voltar.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A ovelhinha aos quadradinhos

Iniciámos a leitura da obra...

Identificámos os elementos paratextuais da capa, contracapa, lombada. A Madalena e a Margarida já conhecem o livro, mas não contaram nada a ninguém!
A nossa edição é a terceira. As meninas ficaram de ver nos seus livros a que edição ou edições pertencem.
Antecipámos o conteúdo da história com base na visualização da capa do livro.

Pensamos que...

- fala do lobo mau que comeu uma ovelhinha;
- a ovelhinha enganou o lobo mau e comeu-lhe o jantar;

- quando há lobos a história não corre nada bem. Mas no fim o lobo acaba por perder...
Seguiu-se a leitura pela professora. E agora vamos ler a pares.



E agora? Entre o penso que e o que acabámos de ler?

Comentários:

- Algumas diferenças... quem diria que o lobo não ia comer a ovelhinha?

- Esta história é mesmo diferente!

- Parece aquela que nos contaste o ano passado ou no primeiro ano, do Lobo com bom coração.
- Afinal nem sempre os lobos são maus.

- Eles só atacam quando têm fome ou os atacam a eles....

(Depois do interesse demonstrado,voltaremos a este assunto brevemente).

E agora??? Vamos meter a história dentro de quadradinhos.
Eis uma actividade diferente. A história tinha que caber em todos os quadradinhos. Cada linha começava com uma chave: neste caso cada linha tinha uma palavra que pertence ao título do livro. Todas as peças tinham que encaixar. Não foi muito fácil, no início, mas foi muito divertido .




Chegou a hora de trocar de papeis e corrigir o trabalho.Aí fomos nós à caça do erro.

Procurámos, procurámos... e lá encontrámos.

Já estavam todos caçados. Então vamos corrigi-los.


Começámos pelo conjelada.... Como se escreve?

De onde vem esta palavra? Vem do gelo :)

Fomos procurar a sua família.

Depois desta lista esperamos ter erradicado o erro.

Passámos, depois aos outros erros.

Gostámos de ser detectives.